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Desde os anos 80, o avanço das práticas democráticas no Brasil tem estimulado diferentes formas de participação dos segmentos organizados da sociedade civil nas políticas públicas. O planejamento democrático deve ser um processo aberto de negociação permanente entre o Estado e as instituições da sociedade civil.
Os estudos ambientais tem por orientação a avaliação das questões ligadas aos recursos naturais, bem como das questões sociais envolvidas na implantação de um dado projeto, plano ou programa. Por outro lado, ouvir as pessoas que são afetadas pelos empreendimentos ou que defendem os interesses de uma dada comunidade tem sido um processo rico na condução de propostas que conciliem os interesses do empreendedor e os da comunidade local, em processos transparentes e construtivos.
A ARCADIS Tetraplan desenvolveu mecanismos de participação social e governança, dada uma intervenção pública e/ou privada, compreendendo as etapas de sensibilização de grupos locais e articulação político-institucional, com envolvimento dos grupos interessados em toda cadeia de valor. Enfrentam-se essas questões com análises orientadas para demandas, o que representa uma evolução, pois garante foco nos públicos-alvo objetos de intervenção e, ao mesmo tempo, racionalidade nos gastos públicos.
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